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FNDE completa 49 anos de ações que beneficiam educação

Notícias do MEC - seg, 11/20/2017 - 18:11

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão vinculado ao Ministério da Educação, comemora nesta terça-feira, 21, 49 anos de fundação. Responsável por executar parte das ações do MEC relacionadas à educação básica e ao ensino superior, o FNDE também presta auxílio financeiro e técnico aos municípios, executando ações que contribuem para uma educação de qualidade. Sua finalidade é captar recursos financeiros e canalizá-los para o financiamento de projetos de ensino e pesquisa, de acordo com as diretrizes do planejamento nacional da educação. Também é responsável pela execução de projetos e programas relacionados à educação superior e ao ensino técnico.

O FNDE foi surgindo aos poucos, com a fusão de vários órgãos do governo que faziam a gestão da educação. Em 21 de novembro de 1968, o presidente Costa e Silva sancionou a Lei nº 5.537, criando a autarquia que seria responsável pela execução da maioria das ações e programas da educação básica do país, como a alimentação e o transporte escolar.

Dedicação – A equipe que compõe o FNDE é formada por engenheiros, arquitetos, nutricionistas, jornalistas, publicitários, advogados, economistas, pedagogos, administradores, biólogos, psicólogos, educadores físicos, analistas de sistemas e profissionais de outras áreas do conhecimento que, orquestradas, fazem com que todo o país seja alcançado pelos recursos e benefícios geridos pelo órgão. São mais de mil trabalhadores, divididos em Brasília (DF), nos edifícios Sede, Elcy Meireles e o Depósito de Brasília (Debra). 

“O FNDE é um orgulho para todo o povo brasileiro”, avalia o presidente da autarquia, Silvio Pinheiro. “É daqui que partem as principais ações no sentido de melhorar a educação do país. Temos um time de servidores extremamente dedicados, que entendem a importância do seu papel e desenvolvem, de forma exemplar, seu trabalho. Por isso, o FNDE é reconhecido internacionalmente pela excelência na execução de seus programas. ”  Pinheiro, que é o 25º presidente da autarquia, lembra: “A primeira pessoa a presidir o FNDE foi uma mulher: Ecilda Ramos. Ela ficou na presidência da instituição por 19 anos, ou seja, mais de um terço de toda história do órgão. Aproveito para homenagear todas as mulheres que trabalham não só no FNDE, mas na educação brasileira, em todos os cantos do país”.

Além da presidência, também compõem a estrutura do FNDE a Procuradoria Federal, a Auditoria Interna e as diretorias de Administração, de Tecnologia, Financeira, de Ações Educacionais, de Gestão, Articulação e Projetos Educacionais e de Gestão de Fundos e Benefícios.

Entre os programas e ações geridos pela autarquia estão projetos de melhoria da infraestrutura das escolas, como Alimentação Escolar, Biblioteca da Escola, Caminho da Escola, Dinheiro Direto na Escola, Programa Nacional do Livro Didático, Plano de Ações Articuladas, Proinfância e Transporte Escolar. O FNDE também é responsável por repassar a complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Assessoria de Comunicação Social, com informações do FNDE 

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Programação especial celebra o Dia da Consciência Negra

Notícias do MEC - seg, 11/20/2017 - 17:29

No Dia da Consciência Negra, celebrado nesta segunda, 20, a TV Escola terá uma programação especial. Serão exibidos documentários, séries e entrevistas que destacam a reflexão sobre a importância do povo africano para a formação do Brasil. A data, estabelecida como efeméride escolar em 2003 e instituída por lei federal em 2011, refere-se ao dia da morte de Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo dos Palmares, em 1695.

Parte da série Conhecendo Museus, o especial Museu Afro Brasil é um dos destaques, entrando no ar às 17h. É em meio à valorização da história africana e afro-brasileira que nasce, em 2004, o Museu Afro Brasil. O contraste do verde e do cinza da capital paulista cercam o museu, que abriga mais de 5 mil obras, sendo 2.163 doadas pelo artista plástico Emanoel Araújo, que teve a ideia de criar o museu e hoje é seu curador.

A seguir, às 17h30, um episódio especial da série Arquiteturas tem como tema o Pelourinho, um dos maiores símbolos da Bahia, situado no centro histórico de Salvador. O programa destaca o rico estilo colonial português do Pelourinho e da Igreja de Santo Antônio Além do Carmo, que remontam às influências árabe e moura do período de ocupação da Península Ibérica.

Com a revitalização, em 1985, problemas como a realocação dos moradores e alteração de parte da arquitetura original foram, e ainda são, objeto de discussão entre os que defendem a modernidade e os que buscam preservar a paisagem arquitetônica. Os entrevistados são o artista plástico Washington Arléo e o cineasta Paulo Marques.

Racismo – O programa Salto para o Futuro também terá um episódio produzido especialmente para a data, propondo uma reflexão sobre as origens do racismo no Brasil. Exibido a partir das 19h, o programa discute como o racismo afeta as relações em nossa sociedade e, por meio da história das relações étnico-raciais, propõe caminhos que deixem para trás toda e qualquer forma de discriminação racial.

Os convidados são Frei Tatá, da Ordem dos Frades Menores, e Claudielle Pavão, professora de história e integrante do Coletivo Intelectuais Negras, que também analisam o papel da escola quando o assunto é a valorização da diversidade que forma a identidade do povo brasileiro.

Democracia racial – Dirigido pelo cineasta Sandro Lopes, o documentário O lá e o aqui vai ao ar nesta segunda, às 20h. O programa dá voz a estudantes estrangeiros que vieram ao Brasil com o objetivo de complementar seus estudos e pesquisas. São jovens oriundos de diversos países do continente africano que se lançaram numa aventura em terras brasileiras. Longe de seus hábitos, costumes, valores, familiares e de suas redes de proteção, depositaram sonhos, expectativas e energias em um Brasil idealizado.

Os registros do documentário incidem sobre o mito da democracia racial, o qual, apesar do reconhecimento do racismo na sociedade brasileira, persiste trazendo inúmeras contradições para um projeto antirracista no Brasil. O programa tem 22 minutos de duração e foi finalizado em setembro deste ano.

Lenda – A programação da TV Escola inclui ainda uma animação baseada em uma lenda africana sobre a história de um menino que perde a mãe. Ela se transforma em um instrumento antecessor do berimbau, chamado hungu. Sua música trará força e vida ao filho quando ele se tornar um homem. Hungu terá exibição às 20h25.

Mulher, o Pilar Africano é um documentário que usa a economia como pano de fundo para tratar da questão de gênero na África, onde as mulheres respondem por quase a totalidade da produção e não detém absolutamente nada da riqueza desses países. O quadro é mais assustador quando envolve questões de saúde e de abuso sexual. Participa a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz Wangaari Maathai e de seu Movimento Green Belt, que paga por muda de árvore plantada por mulheres, baseando-se na atuação e na solidariedade para gerar renda e promover a sustentabilidade, reflorestando parte da África. Será a partir das 20h30.

Para encerrar, a TV Escola exibe, às 21h30, o documentário 9º andar, sobre o protesto contra a discriminação racial na Universidade Sir George Williams, em Montreal, Canadá, no ano de 1969. O ato teve início com o tratamento preconceituoso adotado por um professor de biologia em relação a alunos caribenhos. Indignados com a situação, eles pressionaram a administração para que fossem tomadas atitudes punitivas. A inércia da instituição levou os alunos a adotarem determinadas medidas que tomaram grande proporção. Quatro décadas depois, o vídeo reabre os arquivos desse incidente, que foi divisor de águas nas relações raciais daquela nação.

Assessoria de Comunicação Social

 

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Prazo para renovação de contratos é prorrogado para 30 de novembro

Notícias do MEC - seg, 11/20/2017 - 14:48

Boa notícia para os estudantes que ainda não concluíram a renovação do contrato do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies): o prazo do segundo semestre de 2017 foi prorrogado para 30 de novembro. Adotada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão vinculado ao Ministério da Educação, a medida tem como finalidade permitir que todos os alunos beneficiados pelo Fies possam fazer o aditamento.

“É importante que os estudantes realizem suas renovações de contrato até o dia 30, pois esta será a última prorrogação do ano”, adverte o presidente do FNDE, Silvio Pinheiro. Anteriormente estabelecido em 31 de outubro, esse prazo foi estendido para 20 de novembro e, agora, representa a última chance para os interessados em garantir a continuidade do financiamento.

Do total de 1,28 milhões de contratos previstos para este semestre, 1.067.568 alunos já haviam feito o aditamento até a última sexta-feira. Isso representa 83% do montante oferecido pelo FNDE.

Renovação – Os contratos do Fies devem ser renovados a cada semestre. O pedido de aditamento deve ser feito, inicialmente, pelas faculdades, cabendo aos estudantes validar as informações junto ao Sistema Informatizado do Fies (SisFies).

Nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir do momento em que o estudante faz a validação no sistema. Já no aditamento não simplificado – quando há alteração nas cláusulas do contrato, como mudança de fiador –, o estudante precisa levar toda a documentação comprobatória ao agente financeiro.

Veja aqui a portaria do Diário Oficial da União, publicada nesta terça, 21, sobre a prorrogação do prazo. 

Assessoria de Comunicação Social, com informações do FNDE

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Combate ao racismo nas escolas é lembrado em data nacional que celebra cultura negra

Notícias do MEC - seg, 11/20/2017 - 13:00


O Dia da Consciência Negra, comemorado no Brasil em 20 de novembro, é a data em que culminam várias ações de enfrentamento ao racismo nas salas de aula, promovidas pelo Governo Federal. O Plano de Implementação da Educação para as Relações Étnico-Raciais, atualizado em 2013, orienta as iniciativas do Ministério da Educação nesse campo, com a formação de professores, a produção de material didático, a indução de políticas públicas e o auxílio técnico-financeiro. Um exemplo são os cursos de especialização e aperfeiçoamento – educação étnico racial e educação escolar quilombola – presentes em universidades do país.

Para Raquel Nascimento Dias, coordenadora geral de educação para as relações étnico-raciais, é preciso construir um novo projeto de sociedade, mas que não seja voltado somente para a população negra – o objetivo é reconhecer a multiculturalidade nas escolas. “Nós não temos como medir por números o impacto dessa política pública na sociedade. Porque nós estamos falando de uma mudança de comportamento social. Isso é o enfrentamento do racismo, é acabar com as evasões, que são enormes", ressalta.  O papel do MEC, segundo Raquel Dias, é o de induzir propostas que enfrentem o racismo em uma corrente que começa no ensino infantil e chega até o último ano do ensino superior.

São iniciativas como a do Centro de Ensino Médio de Taguatinga, no Distrito Federal, que organizou, entre outras atividades, uma exposição de fotografias e máscaras e a exibição de um documentário nacional para reforçar a importância da participação da raça negra na formação do povo brasileiro. Na visão de Gabriel Bonifácio, um dos estudantes que participam do projeto, celebrar a cultura negra é papel da escola. “Um dos princípios da educação é esse respeito, essa igualdade. Ninguém é melhor ou pior do que ninguém. Todos nós estamos no mesmo nível e merecemos os mesmos direitos”, afirma.

Professora de história no colégio, Thaís Moraes explica a origem da data, que presta uma homenagem a Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, símbolo da resistência ao sistema escravista, morto no dia 20 de novembro de 1695. "É recente a inclusão no currículo das escolas da história da África, continente que muitos historiadores acreditam ser o berço da civilização. Antes, o foco era a Europa. Queremos, com esse trabalho, relembrar a importância da cultura africana para o brasileiro, já que, com a miscigenação, todos nós temos um pouco de África e de negritude.”

Assessoria de Comunicação Social

 

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Ministério investe mais de R$ 1,5 bilhão em programa de fomento ao ensino integral

Notícias do MEC - sex, 11/17/2017 - 22:33

Das 451 escolas que tiveram a adesão deferida ou deferida com ressalvas para participação no Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI) do Ministério da Educação para 2018, 70% estão localizadas em regiões de alta ou média vulnerabilidade social. Esta é a segunda adesão ao programa EMTI, lançado pelo MEC em 2016, na ação que se insere no âmbito da Política de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral.

“Estamos oferecendo ensino em tempo integral a quem mais precisa”, destaca o ministro da Educação, Mendonça Filho. “São jovens de renda familiar baixa que passarão a ter, além das disciplinas tradicionais, aulas como de judô, robótica, teatro, artes e muitas outras possibilidades. Isso significa assegurar acesso democrático a bens sociais, culturais e educacionais de qualidade.”

O aumento das adesões nas regiões e escolas mais pobres do país representa um avanço em relação à primeira edição do programa, quando esse índice foi de 60%. Juntas, as duas adesões contemplam a oferta de 465 mil novas matrículas em todo o Brasil, com investimentos de mais de R$ 1,5 bilhão no modelo de escolas de tempo integral proposto pelo MEC, e previsão de mais R$ 910 milhões anuais, a partir de 2020, para manutenção das ações adotadas, uma vez que o período de financiamento se estende por dez anos, de maneira a garantir a sustentabilidade do programa.

Todas as escolas selecionadas neste ano passam a oferecer o ensino médio em tempo integral já a partir de 2018. Na edição passada, 516 escolas aderiram à política e iniciaram a implementação das mudanças no primeiro semestre deste ano.

Incentivo – O titular da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Rossieli Silva, ressalta que, em pouco mais de um ano, a gestão do ministro Mendonça Filho desenvolveu uma verdadeira política indutora de educação em tempo integral. “O valor de R$ 2 mil por aluno/ano que o MEC está repassando aos estados, somado ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), é um incentivo relevante para a implantação das escolas de ensino médio em tempo integral”, enfatiza.

O coordenador-geral de ensino médio do MEC, Wisley Pereira, destaca que, além da preocupação com os índices sociais de onde as escolas que pleitearam a adesão estão localizadas, o edital deste ano trouxe como diferenciais uma maior flexibilização de tempo e a oferta, por parte do ministério, de suporte técnico pedagógico para as secretarias de educação apresentarem suas propostas.

“A primeira portaria foi lançada em outubro de 2016 e em fevereiro de 2017 as escolas já tiveram que começar os trabalhos”, informa. “Esta adesão foi lançada em junho deste ano, o que significou três meses a mais para que as secretarias estaduais pudessem fazer as adequações necessárias e se planejar melhor para concorrer. Além disso, o MEC deu todo apoio com o processo, oferecendo, inclusive, lista de escolas elegíveis.”

Demandas – Os recursos repassados às secretarias de educação com escolas aprovadas poderão ser utilizados para a melhoria de infraestrutura, formação de professores e pagamento de salários, entre outras demandas previstas em portaria e resolução.

Neste ano, 24 unidades federativas encaminharam planos de trabalho e a indicação de escolas para participarem do EMTI. Os estados que concentraram o maior número de aprovações de escolas foram São Paulo (63), Ceará (44) e Rio de Janeiro (38). Em 13 estados houve aprovação de 100% das escolas que pleitearam adesão: Ceará, Paraíba, Piauí, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Acre, Amazonas, Tocantins, Rondônia, Bahia, Sergipe, Maranhão e Roraima.  Apenas três unidades da federação não apresentaram propostas – Amapá, Paraná e Distrito Federal.

As secretarias estaduais que possuem escolas deferidas com ressalvas ainda deverão regularizar seus documentos e planos, conforme instruções que serão repassadas pela SEB-MEC.

Acesse aqui a lista das escolas.

Assessoria de Comunicação Social

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Cinema da Fundação Joaquim Nabuco tem programação regular para cegos e surdos

Notícias do MEC - sex, 11/17/2017 - 22:11

Com o lançamento do Projeto Alumiar, o cinema da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) torna-se o primeiro do Brasil a exibir regularmente na sua programação sessões de filmes para pessoas com deficiências sensoriais, com audiodescrição, para pessoas cegas e de baixa visão, libras e Lse para pessoas surdas e ensurdecidas. A estreia aconteceu nesta sexta-feira, 17, no Recife, c om a presença do ministro da Educação, Mendonça Filho. “Essa é uma ação importante de integração social por parte da Fundaj e mais uma iniciativa do MEC na direção de políticas públicas que promovem acessibilidade e valorizam as pessoas com deficiência”, disse o ministro na cerimônia de inauguração do projeto, resultado de parceria entre o Ministério da Educação, a TV Escola e a Fundaj.

O Auto da Compadecida, longa-metragem de Guel Arraes baseado na obra do escritor Ariano Suassuna, marcou o início oficial do projeto. Pela primeira vez, o filme foi apresentado ao público nas três modalidades de acessibilidade comunicacional: audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais (Libras) e legendas para surdos e ensurdecidos, tornando as histórias dos personagens Chicó e João Grilo acessíveis a todos.

Durante o evento, o ministro destacou a relevância do trabalho desenvolvido na Fundaj para manutenção de uma produção viva e preservação da história audiovisual do estado de Pernambuco. Ele afirmou, ainda, que a existência de uma agenda de exibições sistemáticas de filmes acessíveis a pessoas com deficiência sensorial contribui para isso. “Este é um marco importante: um cinema acessível ser ofertado por uma casa que sintetiza a história e a tradição do cinema pernambucano. Creio que essa iniciativa terá capacidade de ser replicada para além desta sala”, ressaltou.

A diretora de Cinema da Fundaj, Ana Farache, explica que o projeto atende um pedido recorrente de pessoas com deficiência ouvidas pela Fundaj. “Não estamos preocupados em apenas apresentar os filmes, mas em formar um público. Vamos oferecer transporte, fazer contato com associações e escolas, conversar com as pessoas após as sessões. Este é um projeto que pensa em discutir a acessibilidade no cinema”, afirmou Ana.

As sessões serão quinzenais e, de acordo com a diretora, o trabalho se estenderá para além da adaptação e exibição dos filmes. O Alumiar se propõe a ser uma ponte entre este público e estudantes, profissionais e pesquisadores da área da acessibilidade, produtores de audiovisual, alunos de artes visuais e o público em geral. Ainda estão previstos seminários e cursos sobre acessibilidade no cinema com especialistas brasileiros e internacionais. “Queremos discutir e avaliar o modelo de acessibilidade aplicado aos filmes”, acrescentou Ana.

Projeto – Em um ano, o projeto Alumiar tornará 20 longas-metragens brasileiros acessíveis nas três modalidades. A seleção das obras a serem adaptadas é feita mediante curadoria que prioriza a qualidade cultural e artística. Depois de apresentados no cinema da Fundaj, os filmes ficarão disponíveis para exibição na TV Escola e na TV do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines).

Para o presidente da Fundação Roquette Pinto, Fernando Veloso, o Alumiar é um dos projetos de maior abrangência em acessibilidade em comunicação no país. “Com a exibição dos longas na TV Escola e na TV Ines, será ampliado o número de pessoas beneficiadas com o projeto, pioneiro ao levar filmes brasileiros com as três acessibilidades comunicacionais no cinema, em um canal de televisão e em uma webtv”, apontou.

Maquete – Para facilitar o reconhecimento do espaço do cinema da Fundaj pelas pessoas cegas e com baixa visão, foi construída uma maquete tátil que representa, em detalhes, o conjunto de ambientes mobiliados que compõem o cinema, como a tela de projeção e palco, sala de exibição, poltronas (um total de 166), cabine de projeção e áreas de circulação e entrada.

A maquete foi confeccionada na escala de 1/25, com dimensões de 0,50m x 1,15m. Todos os elementos representados respeitam as características originais, como cores, texturas e formas. As legendas de orientação e descrição da maquete estão acompanhadas de caracteres em Braille.

Assessoria de Comunicação Social

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Conferência de meio ambiente envolve mais de 70 mil escolas

Notícias do MEC - sex, 11/17/2017 - 18:54

O site oficial da V Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA), uma iniciativa do Ministério da Educação em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, foi lançado na manhã desta sexta-feira, 17. A ferramenta traz as informações sobre todo o processo, que se realiza entre 15 e 19 de junho de 2018, em Brasília.

De âmbito nacional, a conferência reúne estudantes, professores e comunidade escolar para dialogar e refletir sobre as questões socioambientais, como explica o coordenador geral de Educação Ambiental e Temas Transversais da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Felipe Felisbino: “O evento tem o objetivo de movimentar e de debater encaminhamentos na direção da educação ambiental através das escolas. Isso sem falar na interação dessas escolas com as comunidades sobre a temática de educação ambiental”.

No total, a conferência envolve 73 mil escolas em todo o país. Dessas, 4 mil estão na zona rural, 3 mil em comunidades indígenas e 2 mil em áreas quilombolas. Devem participar quase 400 jovens com idade entre 11 e 14 anos na etapa final. As escolas inscritas precisam elaborar um projeto de ação com o objetivo de transformar sua realidade e escolher representantes que levam adiante as ideias acordadas entre todos.

O tema escolhido para esta conferência é Vamos cuidar do Brasil cuidando das águas. O assunto está em concordância com a implementação da Lei das Águas, dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e com o 8º Fórum Mundial da Água, marcado para março de 2018, também em Brasília. 

Etapas – O processo da conferência envolve quatro etapas: escolar, municipal/regional, que é opcional, estadual e nacional. Após as oficinas, que são preparatórias, ocorrem as conferências nas escolas. Essa fase, já em andamento, compreende o momento em que professores e estudantes se reúnem para debater o tema.

Na etapa estadual são aprofundados os estudos e diálogos sobre o tema da conferência. Nesta fase é eleita a delegação que representará o estado na conferência nacional, etapa final de todos esses processos.

Felipe Felisbino lembra que as escolas que não tenham o público específico apto a participar da conferência – jovens entre 11 e 14 anos, do sexto ao nono ano do ensino fundamental – também podem dar ajudar durante o processo de construção e discussão do tema do evento. “A contribuição de todos é bem-vinda para o debate”, argumenta o coordenador-geral da SEB. “Eles apenas não poderão participar da etapa final.”

Registro – No site oficial da conferência, além das informações e documentos oficiais, existe um espaço que deve ser usado pelas escolas e estados para registrar as etapas das quais participam. Isso serve tanto para as conferências nas escolas quanto para a etapa estadual. As duas devem, obrigatoriamente, ser registradas no site. As escolas ou estados que não fizerem esse registro não poderão participar da etapa nacional.

Além do site, os interessados poderão ter acesso a informações e interagir com dúvidas ou questionamentos sobre o evento na página da conferência no Facebook.

Histórico – A primeira CNIJMA, em 2003, envolveu 15.452 escolas em todo o país, mobilizando mais de 5 milhões de pessoas, em 3.461 municípios. Em 2005/2006, a segunda edição do evento teve a participação de 11.475 escolas e comunidades e mais de 3 milhões de pessoas, em 2.865 municípios. A III CNIJMA, em 2009, abrangeu 11.631 escolas, envolvendo mais de 3 milhões de participantes, em 2.828 municípios. Já a última edição do evento, em 2013, teve 16.538 escolas, com mais de 5 milhões de participantes, em 3.519 municípios brasileiros.

Clique aqui para acessar o site oficial da V Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA).

Assessoria de Comunicação Social

 

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Aluno oriundo de escola pública do interior é aprovado em seis mestrados

Notícias do MEC - sex, 11/17/2017 - 15:10



Um jovem estudante do agreste pernambucano, formado em economia, obteve classificação para seis programas de mestrado em cinco universidades públicas. A história de Risomário Williams, de 24 anos, começa em Bezeiros, a cerca de 100 quilômetros de Recife, quando, ainda garoto, frequentou a escola pública de Referência em Ensino Médio da cidade. Lá ele estudou em regime integral.

“A escola de referência apresenta uma série de possibilidades. Ela permite que você sonhe com alguma coisa, que você tenha algum tipo de ideal e, a partir disso, você passa a traçar um objetivo na sua vida”, lembra. O estudante teve ao seu favor o movimento de interiorização das instituições federais, quando um campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) foi instalado a cerca de 30 quilômetros de sua casa e ele conseguiu terminar sua graduação em economia sem ter que se deslocar até a capital.

“Antes dessa interiorização, acredito que as dificuldades eram maiores porque para fazer um curso superior você teria que pagar uma universidade ou teria que se deslocar para o Recife. A própria interiorização das universidades federais amenizou essas dificuldades que existiam. Eu acho que agora é mais fácil entrar no ensino superior e começar a traçar um objetivo de vida”, afirma.

Ele foi aprovado nos programas de mestrado da UFPE, para Recife e Caruaru, e nas universidades Federal da Paraíba (UFPB), Federal do Rio Grande Norte (UFRN), Estadual do Rio Grande do Norte (Uern) e Federal de Alagoas (Ufal).

Avaliação – A aprovação veio depois que Risomário se submeteu ao Exame da Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia (Anpec). O objetivo do exame é avaliar a qualificação acadêmica dos candidatos e fornecer aos centros os resultados da avaliação.

Não é um vestibular – não aprova, nem reprova. Apenas classifica os candidatos. Também, não há uma única classificação, já que cada centro usa seu próprio sistema de pesos para calcular a nota média. A média e a classificação obtidas por Risomário lhe deram a opção de escolha e ele optou pelo programa de mestrado da UFPE em Recife.

 “Primeiro porque é um dos mais bem avaliados pela Capes aqui na região Norte e Nordeste. É o único que tem nota cinco. Segundo, porque eles me ofereceram bolsa de estudo. E, terceiro, porque fica aqui no estado mesmo. É mais próximo e sempre tem a possibilidade de visitar meus familiares, pelo menos, uma ou duas vezes por mês”, detalha.

Futuro – As aulas começam entre fevereiro e março do ano que vem. Risomário pretende aprofundar suas pesquisas na área de macroeconomia e finanças. O próximo objetivo dele é chegar ao doutorado e depois realizar outro sonho: dar aulas. E ele já sabe como fazer isso.

“Levar a ciência de uma maneira mais dinâmica, mais intuitiva e fazer com que aquilo não fique limitado a artigos que só pessoas do mais alto nível do ensino superior consigam acessar. Eu quero tentar trazer a ciência para a realidade do povo para ficar mais perto das pessoas, uma forma de facilitar a vida das pessoas”, planeja.

Assessoria de Comunicação Social 

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Termina nesta segunda-feira o prazo para aditamento do Fies

Notícias do MEC - qui, 11/16/2017 - 20:30

Os estudantes que ainda não concluíram a renovação do contrato do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) devem ficar atentos, pois o prazo final termina nesta segunda-feira, 20 de novembro. Até o final da tarde desta quinta-feira, 16, já haviam concluído o aditamento 1.005.547 alunos, o que corresponde a cerca de 78% de 1,28 milhão de contratos previstos para este semestre.

“O primeiro prazo era até 31 de outubro e nós prorrogamos para garantir que todos os estudantes tivessem tempo suficiente para realizar o procedimento e garantir a continuidade do seu financiamento”, explicou Silvio Pinheiro, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação.

Os contratos do Fies devem ser renovados a cada semestre e o pedido de aditamento é feito inicialmente pelas faculdades e, em seguida, os estudantes devem validar as informações inseridas pelas instituições no Sistema Informatizado do Fies (SisFies).

No caso de aditamento não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato, como mudança de fiador, por exemplo, o estudante precisa levar a documentação comprobatória ao agente financeiro para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

Além de renovar os contratos vigentes, também será possível, até essa data, fazer a transferência integral de curso ou de instituição de ensino, bem como solicitar a dilatação do prazo de utilização do financiamento.

Assessoria de Comunicação Social, com informações do FNDE

 

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Amazonas sedia até este sábado etapas regionais de conferência

Notícias do MEC - ter, 11/14/2017 - 23:12

O estado do Amazonas sedia a 2ª Conferência Nacional de Educação Escolar Indígena (Coneei), que se divide em três etapas regionais, todas realizadas no território amazônico, e traz por tema central: O Sistema Nacional de Educação e a Educação Escolar Indígena: regime de colaboração, participação e autonomia dos povos indígenas. Esse evento acontece de terça-feira, 14, até o sábado, 18, e deve reunir representantes e integrantes dos 65 povos indígenas que residem na região. Também participam organizações indigenistas e instituições que atuam com a educação escolar indígena.

A primeira etapa regional – Baixo Amazonas e Juruá – e a segunda etapa regional – Madeira e Purus – serão realizadas simultaneamente nos dias 14 e 15, ambas em Manaus. Já a terceira etapa – Alto Solimões, Médio Solimões e Vale do Javari – acontece em Tabatinga, e se estende desde quinta, 16, até o sábado, 18. Uma outra etapa regional da 2ª Coneei, a etapa Rio Negro, foi realizada em dezembro de 2016, em São Gabriel da Cachoeira, e teve a presença do ministro da Educação, Mendonça Filho.

Na programação desta terça esteve a mesa de apresentação dos cinco eixos temáticos – organização e gestão da educação indígena; práticas pedagógicas diferenciadas na educação indígena; formação e valorização de professores indígenas; políticas de atendimento à educação indígena na educação básica; educação superior e povos indígenas – e as orientações para a realização dos grupos de trabalho por eixo, com espaços separados para cada conferência.

Para o segundo dia estão previstas duas plenárias e a eleição dos delegados para a etapa nacional. A coordenadora geral de educação escolar indígena do Ministério da Educação, Lucia Alberta Andrade de Oliveira, fará palestra. O processo de organização da 2ª Coneei no Amazonas contou com a realização de 22 conferências nas comunidades educativas no âmbito da regional Alto Solimões, Médio Solimões e Vale do Javari, 21 na Baixo Amazonas e Juruá e seis na Madeira e Purus.

Assessoria de Comunicação Social

 

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Participantes podem acessar o cartão de confirmação da inscrição

Notícias do MEC - ter, 11/14/2017 - 23:08

O cartão de confirmação de inscrição do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2017 já está disponível no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O documento contém o local de prova, horários e informações sobre atendimentos específicos, se tiverem sido solicitados e aprovados.

Para acessar o cartão, é preciso entrar no Sistema Enade e fornecer o CPF e a senha cadastrada na inscrição. A visualização do documento está vinculada ao preenchimento do questionário do estudante.

As provas do Enade serão aplicadas no próximo dia 26, às 13h30 (horário de Brasília), em todo o Brasil. O Inep orienta que todos os participantes procurem saber onde farão as provas com antecedência, para terem tempo de pesquisar sobre o endereço, as melhores opções de transporte público e estacionamento e, principalmente, para calcular o tempo gasto no deslocamento e evitar atrasos.

Questionário – É obrigatório ao participante responder o questionário do estudante, um dos quesitos, juntamente com a realização da prova, para obtenção de regularidade no Enade. O preenchimento do documento pode ser feito até 26 de novembro. Diferente do que ocorria em edições anteriores do Enade, não será possível responder o questionário depois da aplicação do exame; não haverá prorrogação.

Acesse o Sistema Enade.

Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

 

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Candidatos devem ficar atentos a horários do exame em cada região

Notícias do MEC - ter, 11/14/2017 - 21:28

Destinado a conferir certificado de conclusão dos ensinos fundamental e médio, o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para residentes no Brasil ocorrerá neste domingo, 19. Os candidatos devem ficar atentos às diferenças de fuso horário em seus estados para não perder a hora.

As provas serão aplicadas em dois turnos. No matutino, os portões serão abertos às 8h e fechados às 8h45, de acordo com o horário de Brasília. O exame terá início às 9h e encerrará às 13h. Neste dia, serão abordadas questões de ciências naturais, história e geografia, para o ensino fundamental. Já para o ensino médio, as áreas serão ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e suas tecnologias.

No turno da tarde, os portões abrirão às 14h e fecharão às 15h15, também conforme o horário de Brasília. As provas começarão às 15h30 e terminarão às 20h30. Para candidatos do ensino fundamental, será a vez de língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes, educação física, matemática e redação. Os do ensino médio responderão questões de linguagens e códigos e suas tecnologias, redação e matemática e suas tecnologias.

Seguem horário igual ao de Brasília: Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. As variações são registradas nos demais estados. Em Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins, os portões abrirão às 7h e fecharão às 7h45, e, posteriormente, abrirão às 13h30 e fecharão às 14h15.

No Acre, os estudantes poderão entrar das 5h às 5h45 no turno da manhã. À tarde, das 11h30 às 12h15. Amazonas, Rondônia e Roraima terão portões abertos às 6h e fechados às 6h45 e, à tarde, reabertos às 12h30, fechando-se às 13h15.

A participação no Encceja é voluntária e gratuita, destinada aos jovens e adultos residentes no Brasil e no exterior, incluindo pessoas privadas de liberdade que não tiveram oportunidade de concluir os estudos na idade apropriada. As provas para os detentos ocorrerão no dia 19 de dezembro.

Para obter a certificação do ensino fundamental, é preciso ter, no mínimo, 15 anos completos na data de realização do exame. Já a certificação do ensino médio exige a idade mínima de 18 anos completos no dia de aplicação da prova.

Assessoria de Comunicação Social

 

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Educação escolar quilombola é tema do Salto para o Futuro

Notícias do MEC - ter, 11/14/2017 - 21:20

A educação em escolas quilombolas será tema do programa Salto para o Futuro desta quarta-feira, 15, que vai debater, sob um olhar pedagógico, como o ensino considera a herança cultural remanescente nessas comunidades. Participam a diretora de políticas de educação do campo, indígena e para as relações étnico-raciais da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, Rita Gomes do Nascimento, e a professora de comunidades quilombolas, Maria Auxiliadora Lopes.

O Brasil possui hoje 2.366 escolas quilombolas. Nelas atuam 17.288 professores, que recebem 264.404 alunos, entre jovens, crianças e adultos. Os estados que concentram o maior volume de instituições desse grupo são Bahia, Maranhão, Minas Gerais e Pará.

O Salto para o Futuro é exibido pela TV Escola sempre às 19h. Durante o programa, será abordada a importância de materiais didáticos específicos e da formação continuada para os professores que atuam nessas localidades. “A educação escolar quilombola, embora aconteça dentro de um grupo específico, faz parte de um sistema nacional de educação”, afirma a diretora da Secadi, Rita Gomes. De acordo com ela, as questões da diversidade, dentro do sistema, ainda se dão em um ambiente de conflito e é necessário um debate constante para que haja um equilíbrio maior no ensino.

O Salto para o Futuro é apresentado por Bárbara Pereira e Murilo Ribeiro, na TV Escola, indo ao ar sempre às quartas, às 19h. Todos os episódios anteriores podem ser conferidos no canal da emissora no YouTube.

Assessoria de Comunicação Social

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MEC libera R$ 43 milhões para o Fundo de Financiamento Estudantil

Notícias do MEC - ter, 11/14/2017 - 21:10

O Ministério da Educação liberou na segunda-feira, 13, R$ 43,85 milhões para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os recursos foram encaminhados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao MEC e que opera o Fies, para serem repassados ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc), administrado pelo Banco do Brasil.

O Fgeduc elimina a necessidade de os estudantes apresentarem fiadores quando contratam o financiamento. Para as mantenedoras que participam do Fies, garante até 90% do risco de inadimplência das operações.

A contribuição para o fundo ocorre a cada mês por meio da Comissão de Concessão de Garantia e corresponde a 6,25% sobre as operações garantidas pelo Fgeduc.

Assessoria de Comunicação Social

 

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São Paulo será a primeira cidade a aderir ao Programa de Residência Pedagógica

Notícias do MEC - ter, 11/14/2017 - 20:11

São Paulo, 14/11/2017 – O município de São Paulo será o primeiro do país a aderir ao Programa de Residência Pedagógica, que, criado pelo Ministério da Educação, faz parte da Política Nacional de Alfabetização. Durante o lançamento da iniciativa Construindo a educação integral para o século 21, na manhã desta terça-feira, 14, em São Paulo, o ministro da Educação, Mendonça Filho, enalteceu o pioneirismo de um município com as dimensões da capital paulista na implantação da residência pedagógica. “Essa inovação redesenhou e ofereceu ao Brasil uma visão ousada do ponto de vista da formação de professores”, declarou.

No evento, a Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de São Paulo e o Instituto Ayrton Senna também anunciaram a assinatura de um memorando de entendimentos com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) que visa formar futuros professores para o desenvolvimento das competências para o século 21, como colaboração, criatividade e resolução de problemas.

Sobre a residência pedagógica, o ministro ressaltou tratar-se de um sonho antigo na formação de professores, aos quais, além da base teórica, será proporcionada a prática, e lembrou que a experiência também vai melhorar o ensino nas salas de aula. “Para que a gente possa ter êxito, evidentemente, precisamos de instituições que têm tradição nessa formação”, avaliou. ”É preciso estreitar o relacionamento com os grandes contratantes de profissionais ligados à educação e, ao mesmo tempo, de instituições que possam proporcionar ganhos efetivos na questão da prática da residência pedagógica.” 

Para o prefeito de São Paulo, João Dória, a proposta da residência pedagógica será muito importante não só para o município, mas para todas as cidades brasileiras. “O que estamos lançando aqui hoje pode ser considerado um programa piloto para o todo o Brasil, porque funcionando bem, na maior cidade do país, na maior demanda de educação do país, certamente estaremos habilitados a implementar o programa em outros municípios brasileiros com segurança e com destreza”, afirmou Dória. 

A secretária executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro, segue a mesma linha de pensamento do prefeito de São Paulo: “Essa parceria entre o município, o Instituto Ayrton Senna, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e o MEC será o grande modelo que poderá, inclusive, ser replicado pelo país afora, em termos de parceria e de fortalecimento da colaboração, não só entre o governo, nos seus três níveis, mas também com a participação de universidades e organizações que atuam na área da educação”.

Já a presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, lembrou que o Brasil enfrenta problemas por ser muito teórico e pouco prático. “A residência pedagógica trará a prática para que o aluno aprenda e não fique apenas na teoria”, avaliou Viviane. “A ideia é fazer a primeira implementação aqui em São Paulo, dando exemplo para o país. ”

Qualidade – Inédita, a Política Nacional de Formação de Professores foi lançada no mês passado pelo MEC e abrange desde a criação de uma base nacional docente até a ampliação da qualidade e do acesso à formação inicial e continuada de professores da educação básica. Só no Programa de Residência Pedagógica, que contará com investimentos de cerca de R$ 2 bilhões, o MEC vai ofertar 80 mil vagas a partir do próximo ano.

Segundo o ministro, o espírito da residência pedagógica é proporcionar esse ganho aos professores – o que vai produzir um diferencial considerável em termos de qualidade educacional dentro das redes municipais e estaduais de educação em todo o país. “Um bom professor precisa ter um bom conteúdo e um bom aprendizado dentro da sala de aula, mas ele precisa de uma boa prática, que se adquire dentro da sala de aula”, destacou Mendonça Filho.

A residência pedagógica faz parte da modernização do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) e traz novidades, como a formação do estudante do curso de graduação, que terá estágio supervisionado, com ingresso a partir do terceiro ano da licenciatura, na escola de educação básica. O objetivo principal é a melhoria da qualidade da formação inicial e uma melhor avaliação dos futuros professores, que contarão com acompanhamento periódico. O programa tem como requisito a parceria com instituições formadoras e convênios com redes públicas de ensino. O edital será lançado no próximo ano e as instituições formadoras de professores deverão estabelecer convênios com as redes públicas de ensino.

Oportunidades – O memorando de entendimentos assinado entre a  Secretaria Municipal de Educação de São Paulo e o Instituto Ayrton Senna tem como objetivo proporcionar aos professores ainda em formação inicial oportunidades de desenvolver novas competências profissionais e conhecer as ferramentas necessárias para a prática na sala de aula.

O projeto será oferecido a partir de 2018, em caráter piloto, e envolverá um curso de extensão com duração de 100 horas, na modalidade de educação a distância, para alunos do curso de licenciatura em pedagogia, ofertado pela Unesp, e de outras licenciaturas que também utilizam os polos da Universidade nos Centros Educacionais Unificados (UniCEU), sendo, portanto, extensivo a qualquer outra instituição de ensino e não limitante a alunos da Unesp. Hoje, os centros educacionais unificados têm cursos em parceria com 12 instituições públicas de ensino superior, e a Unesp, por meio de convênio com o Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB/Capes), oferece um curso de licenciatura em pedagogia com aulas presenciais ministradas nos polos do UniCEU.

Veja no Flickr do MEC mais fotos do lançamento da iniciativa "Construindo a Educação Integral para o Século XXI".

Assessoria de Comunicação Social

 

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Gabarito oficial e cadernos de questões estão disponíveis

Notícias do MEC - ter, 11/14/2017 - 19:31

O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 já está disponível na página do exame, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). No mesmo endereço é possível baixar os cadernos de questões. No total, são seis gabaritos para cada dia e seis cadernos de questões, de acordo com as cores da prova. O participante deve ficar atento para conferir o gabarito relativo à cor da prova que fez em cada domingo de aplicação.

No primeiro domingo, 5, foram aplicadas as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias e redação, e ciências humanas e suas tecnologias. Nesse dia os cadernos de questões tinham as cores azul, amarelo, branco, rosa, laranja (braile e ledor) e verde (libras). No segundo domingo, 12, foram aplicadas as provas de ciências da natureza e suas tecnologias, e matemática e suas tecnologias. Nesse dia os cadernos de questões tinham as cores amarelo, cinza, azul, rosa, laranja (braile e ledor) e verde (libras).

Acessibilidade – Nesta edição, o Inep passa a fazer a divulgação dos cadernos de provas com acessibilidade (ampliada, superampliada, ledor e a videoprova em libras). As provas ampliada e superampliada têm por base o caderno azul, no primeiro dia, e o caderno amarelo, no segundo dia. O caderno laranja corresponde à prova do ledor e em braile, e deve apresentar a mesma sequência do caderno azul, no primeiro dia, e do caderno amarelo, no segundo dia.

O caderno verde foi o que acompanhou a videoprova traduzida em libras. Além dele, o Inep divulgará todo o conteúdo da videoprova em seu canal no Youtube, até 16 de novembro, como previsto. Isso permitirá que os surdos e os deficientes auditivos tenham como estudar para futuras edições do Enem, assim como os participantes ouvintes, em sua primeira língua.

Confira os gabaritos e cadernos de questões

Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

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Macarronada paraense é uma das receitas vencedoras de concurso

Notícias do MEC - ter, 11/14/2017 - 14:41


A merendeira Maria Cláudia Ferreira dos Santos é uma das vencedoras do concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar deste ano. Representante da região Norte, Maria Cláudia participou da competição com a macarronada paraense.

“Fiquei muito feliz em ganhar o prêmio, principalmente, pelo reconhecimento dessa profissão que eu amo. Costumo dizer que a merendeira nunca pode faltar, e é assim que lido com meu trabalho, de forma séria e respeitosa”, avalia. Maria Cláudia trabalha na Escola Municipal José Alves Cunha, localizada no bairro Tapanã, em Belém, e destaca que, por ser uma escola de periferia, todos ficaram lisonjeados com a premiação. “Meu segredo para vencer foram dois ingredientes: amor e carinho”, afirma.

A competição, promovida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação, teve o objetivo de valorizar o papel dos profissionais da merenda na promoção de uma alimentação saudável e adequada nas escolas públicas brasileiras. A premiação das cinco ganhadoras – uma de cada região do país –ocorreu no dia 26 de outubro. As receitas vencedoras têm sido divulgadas na íntegra no portal do MEC.

Confira a receita da macarronada paraense:

Tempo de preparo – 2 horas
Número de porções – 10

Ingredientes:

500g de peito de frango
25ml de tucupi
15g de alfavaca
75g de jambu
500g de macarrão espaguete
45g de coentro em folha
45g de cebola
45g de chicória
75g de alho
30g de pimentão verde
15g de sal
15g de manjericão fresco
30g de urucum
45g de tomate vermelho
300g de limão tahiti
30g de berinjela
6 unidades de ovo de galinha
15g de beterraba
30g de cenoura
30g de óleo de soja

Modo de Preparo:

Lave o filé de peito de frango com limão e tempere com sal, limão, alho, cebola, urucum, manjericão, pimentão, tomate, chicória, alfavaca e coentro. Leve o frango ao fogo na panela de pressão para refogar e cozinhe por quarenta minutos. Desfie o frango na própria panela, acrescente o jambu cortado bem fino e leve novamente ao fogo por mais cinco minutos.

Coloque o tucupi já temperado para ferver em outra panela. Refogue os temperos, quebre o macarrão, mexa e adicione ao tucupi. Deixe o macarrão ao dente, para que fique cremoso. Acrescente o frango ao macarrão e misture. Decore com folhas de alface, ovo cozido em rodelas, lascas de berinjela, tomate, cenoura e beterraba.

Assessoria de Comunicação Social 

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Educação de jovens e adultos é uma das prioridades do governo

Notícias do MEC - ter, 11/14/2017 - 13:58


Durante o dia, vassoura e rodo nas mãos. À noite, lápis e caderno. Foi com muita dedicação e esforço que Roselita Nunes da Conceição Silva foi aprovada no concurso de faxineira da Secretaria da Educação do Distrito Federal em 1990. Com apenas o ensino fundamental incompleto até então, Roselita prometeu a si mesma que iria concluir os estudos e melhorar sua condição educacional e financeira.

Mesmo com dificuldade, conseguiu terminar o ensino fundamental e, depois de alguns anos, se matriculou na Escola Centro Educacional 06 de Taguatinga (DF), onde concluiu o ensino médio por meio do programa de educação de jovens e adultos (EJA). “Quanto mais estudava, mais tinha sede em aprender”, conta Roselita.

Aos 55 anos, conseguiu entrar na faculdade para cursar pedagogia. Três anos depois, graduou-se e começou uma pós-graduação em gestão escolar. Hoje, é readaptada como agente de portaria da Escola Centro de Ensino Especial nº 1 em Taguatinga, onde trabalha há mais de 25 anos.

Roselita fala com orgulho de ter se graduado aos 58 anos de idade e de não se arrepender por ter passado dias e noites estudando. “Eu vim de uma família humilde e nunca tive o incentivo dos estudos. Essa vontade de melhorar e aprender sempre esteve dentro de mim e, mesmo com a idade já avançada para os estudos, eu nunca vi isso como empecilho. Por isso, venci. Eu acreditei no meu potencial”, enfatiza.

A educação de jovens e adultos é uma das prioridades do governo federal. E, ao celebrar o Dia Nacional da Alfabetização, nesta terça-feira, 14, o ministro da Educação, Mendonça Filho, ressalta que a alfabetização não se baseia unicamente no ato de aprender a ler e a escrever. “Também se considera a importância do desenvolvimento da capacidade de compreensão, interpretação e produção de conhecimento”, lembra.

Programa – Em funcionamento desde 2003, o Programa Brasil Alfabetizado, gerido pelo Ministério da Educação, tem o objetivo de alfabetizar jovens com 15 anos ou mais, adultos e idosos. O programa também busca contribuir para a progressiva continuidade dos estudos em níveis mais elevados, promovendo o acesso à educação em qualquer momento da vida, por meio da responsabilidade solidária entre as três esferas de governo. Em 2017, foram apoiadas 200 mil vagas de alfabetização de jovens e adultos em 22 estados e no Distrito Federal, o que totaliza, aproximadamente, 20 mil turmas.

Para a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC, Ivana de Siqueira, a alfabetização de jovens, adultos e idosos configura-se como uma ação estratégica da política educacional brasileira e se integra a outras políticas públicas voltadas à inclusão de grupos sociais historicamente excluídos. “O Dia Nacional da Alfabetização é uma boa oportunidade de nos juntarmos todos, gestores públicos e sociedade civil, pelo enfrentamento do analfabetismo e pela criação de mais e melhores oportunidades para prosseguimento dos estudos, assegurando a todos o direito à educação”, destaca.

Assessoria de Comunicação Social 

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Saiba o que é permitido e o que é proibido no dia do Encceja

Notícias do MEC - seg, 11/13/2017 - 23:56

Preciso levar documento com foto? Pode entrar com lanche? Tenho que apresentar meu cartão de confirmação? Muitos estudantes têm dúvidas sobre o que é permitido ou proibido no dia do Exame Nacional para a Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), que será realizado neste domingo, 19, envolvendo mais de 1,5 milhão de estudantes . A prova deste ano será feita por 301.583 candidatos do ensino fundamental e 1.272.279 do ensino médio. O exame abrange 564 municípios distribuídos em todos os estados.

Seguem orientações aos candidatos quanto a algumas regras do Encceja.

É obrigatória a apresentação de um documento original com foto, como carteira de identidade, passaporte e carteira nacional de habilitação. Vale lembrar que carteirinha de estudante não é aceita nesse caso.

O cartão de confirmação não é um documento obrigatório para a realização das provas, mas é recomendável que o candidato o tenha em mãos. Apenas canetas esferográficas de tinta preta, fabricada em material transparente, são aceitas nos locais de prova.

São proibidos objetos como lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borracha, livros, manuais impressos, anotações, dispositivos eletrônicos (calculadoras, telefones celulares, tablets), chaves, fones de ouvido, óculos escuros e artigos de chapelaria (boné, chapéu, viseira, gorro ou similares). Quem estiver com algum desses itens precisará depositá-lo em um porta-objeto diante do fiscal antes do ingresso no local da prova. O envelope será lacrado e identificado com o nome do candidato. Celulares e outros dispositivos eletrônicos também serão guardados e precisarão, obrigatoriamente, estar desligados.

O candidato pode levar um lanche para a sala de exame, que será vistoriado pelo fiscal. É necessário que biscoitos e salgadinhos, por exemplo, estejam lacrados na embalagem original. Recomenda-se que sejam comidas leves.

Outras dicas importantes para quem deseja ter um bom rendimento no Encceja são: ter uma boa noite de sono antes do exame, beber muita água e manter uma alimentação saudável. É fundamental prestar atenção na pontualidade; recomenda-se estar no local do exame uma hora antes do início da prova. Depois de terminar, o candidato deve ler suas respostas sem pressa, revisando todo o conteúdo antes de ir embora. 

 

Assessoria de Comunicação Social

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Estudantes receberão medalhas em cerimônia de premiação nesta terça

Notícias do MEC - seg, 11/13/2017 - 23:13

A premiação da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) 2016, maior competição estudantil do país, ocorrerá nesta terça-feira, 14, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Serão entregues 501 medalhas de ouro aos estudantes vencedores.

Em sua 12ª edição, a Obmep registrou mais de 18 milhões de inscritos. Além dos medalhistas de ouro, a competição conferiu 1,5 mil medalhas de prata, 4.501 de bronze e 42.482 menções honrosas. A ação é promovida pelos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, com realização do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).

“Essa olimpíada tem vários benefícios. O primeiro é detectar alunos que tenham talento para a matemática, por meio de uma prova que não requer apenas o conhecimento da matemática, mas, também, de raciocino lógico e criatividade”, afirma o diretor adjunto do Impa, Cláudio Landin.

Além das medalhas, os ganhadores recebem bolsa para participação em programas de iniciação científica. “Isso permite que tenham contato com outros alunos de matemática e com universidades de todo país; é o primeiro contato deles com este ambiente universitário. Todos os anos descobrimos diversos alunos com muito talento que tomam o caminho de cursos como a engenharia”, acrescenta Landin.

Competição – O torneio é destinado a estudantes do sexto ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio. Na edição de 2016, 99,6% dos municípios brasileiros tiveram pelo menos um jovem concorrendo. Minas Gerais foi o estado que registrou maior número de medalhistas e estudantes recebendo menções honrosas: um total de 11.242, sendo 125 também medalhas de ouro.

A mineira Gabriela Chaves Santos, 16 anos, foi uma das vencedoras da olimpíada este ano. Ganhou medalha de ouro pela escola estadual Coronel Xavier Chaves, instituição que leva o nome da cidade, em Minas Gerais. “Eu ganhei em 2014 e não pude vir ao Rio em 2015. Estudei e me dediquei muito em 2016 para poder estar aqui. Estou muito feliz”, comemora, ao informar que a premiação ocorre no mesmo dia de seu aniversário. “Foi um presente”.

Outro vencedor é o pernambucano Lucas Coelho Bida, de 13 anos. “Essa medalha é um passo para meu futuro. Pode abrir caminho para eu me realizar profissionalmente. Não estava esperando, mas estou muito feliz”, comenta o estudante do sétimo ano da Escola Ginásio Municipal Laudelino Freire de Mororó, no município de Santa Filomena (PE). Esta é a segunda Obmep da qual Lucas participa e a primeira em que conquista ouro. “Concorri em 2015 e fiquei com medalha de bronze na época”, lembra.

Das 47.474 escolas inscritas, 13.930 são rurais. O total de alunos participantes foi de 1,6 milhão, dos quais 322 conquistaram medalhas. A premiação da Obmep sempre ocorre no ano seguinte à sua edição. A de 2017 já foi concluída e o resultado será divulgado no próximo dia 22. Como novidade, a disputa deste ano trouxe a inclusão de escolas privadas.

Assessoria de Comunicação Social

 

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ENADE 2017

Listas de alunos inscritos:

- Iniciantes Licenciatura e Bacharelado

- Concluintes Licenciatura

- Concluintes Bacharelado

Alunos iniciantes e concluintes deverão se cadastrar no site do INEP/MEC para responder a um questionário.

Link para o site do INEP/MEC: http://enade.inep.gov.br/enade/#!/index

Os alunos concluintes, além de responderem ao questionário, deverão fazer prova no dia 26 de novembro.

 Os estudantes que desejem solicitar atendimento especializado ou específico para realização da prova, entretanto, devem fazer esta solicitação através do sistema até o dia 03 de setembro, conforme o Edital do ENADE 2017

 

 

 


 

 

Conteúdo sindicalizado