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Biblioteca

Fundada no ano de 1954 a Biblioteca da Faculdade de Economia recebeu o nome do seu fundador e ex-diretor da Faculdade, Professor Laércio Caldeira de Andrada, em 16 de setembro de 1957. 

Em fevereiro de 1958 ficou resolvido que a Direção da Faculdade poderia escolher um aluno de sua confiança para ficar responsável pela Biblioteca. O trabalho do aluno, que ganharia uma bolsa de estudos durante o período em que trabalhasse na Biblioteca, seria orientado e fiscalizado pelo Tesoureiro, já que na Faculdade não havia bibliotecário. Esta situação durou até o ano de 1967 quando a Bibliotecária Maria Nilce de Mendonça Taveira assumiu a chefia do setor.

Chefes da Biblioteca

1969 a 1976 - Maria Nilce de Mendonça Taveira

1977 a 1979 - Sílvia Cavalcante Pereira Nunes

1979 a 1983 - Regina Célia Pereira da Rosa

1983 a 1984 - Maria da Glória de A. Harisson

1985 a 1991 - Lucinéia Pinto de Matos

1992 a 1995 - Gilberto da Costa Magalhães

1996 a 1998 - Ana Maria de Hollanda Cavalcanti Sá Couto

1998 a 2007 - Sandra Lopes Coelho

2007 em diante – Miriam de Fátima Cruz

Em setembro de 1969 com a criação do NDC - Núcleo de Documentação - a Biblioteca passou a integrar o Sistema de Bibliotecas da Universidade, que atualmente conta com 24 unidades, um Arquivo e os Laboratórios de Conservação e Restauração.

As mudanças no espaço

Desde a sua fundação a Biblioteca funcionou em espaços adaptados e modestos para um setor de tamanha importância. Com a construção do prédio de sala de aulas, em 1969, ela foi transferida da pequena sala no "Casarão" para o terceiro andar do prédio novo. Já na década de 70 os relatórios anuais apontavam para a necessidade de ampliação do espaço e melhoria das instalações. Em maio de 1991 ela passou a funcionar no andar térreo do prédio, onde está até hoje.

No ano de 2003, dentro do programa de melhorias nas instalações das Bibliotecas da Universidade, o NDC administrou - com recursos CT-INFRA I/FINEP/MCT/UFF - a reforma da Biblioteca que ganhou um novo layout tendo anexada a área do auditório ao seu espaço antigo, o que possibilitou uma ampliação da área útil em 50% e a criação de ambientes para estudo livre, individual e em grupo, garantindo conforto ambiental para os usuários.

A reforma visou não só a modernização das instalações físicas e dos equipamentos mas a melhoria dos serviços oferecidos aos usuários.